Comunidades Virtuais de Aprendizagem
Guilherme Ost Mergen
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Inserido no contexto atual, o processo de educação efetiva-se em meio a um cenário de novas tecnologias, geradoras de conceitos como saber flexível, aprendizagem cooperativa, interdisciplinaridade, redes de aprendizagem, aprendizado à distância, entre outros. Assim, o desenvolvimento de novas relações sociais, propiciadas justamente a partir dessa evolução dos meios, culmina na necessidade de elaboração de novos processos educativos, adaptados a essa nova realidade.
No artigo ‘Comunidades Virtuais de Aprendizagem’, os professores Carlos Henrique Medeiros de Souza (UFRJ) e Maria Lúcia Moreira Gomes (CEFET) defendem que as tecnologias de informação e da comunicação, especialmente o ciberespaço, adquirem importância fundamental sob o ponto de vista das demandas para uma educação na atualidade. Tanto as novas tecnologias como os conceitos surgidos a partir delas, inserem-se cada vez mais nos ambientes acadêmicos e políticos, principalmente quando a pauta em discussão é a necessidade da renovação dos processos educacionais.
Nesse contexto, os pesquisadores apontam para uma urgente adaptação dos dispositivos e do aparato do aprendizado aberto e à distância e a criação de um novo estilo de pedagogia, capaz de incorporar as novas tecnologias e favorecer os aprendizados individualizado e coletivo. Assim, o uso de novas tecnológicas de informação e comunicação (NTIC) reivindica a construção de um modelo pedagógico que dê suporte à implantação de projetos possíveis justamente a partir dessas novidades.
Além de ampliar as possibilidades do ensino à distância, para os autores, o emprego das NTIC, em um futuro não muito distante, fará com que sua utilização supere a presença física em sala de aula. Isso porque as possibilidades de utilização das novas tecnologias da comunicação em projetos educacionais à distância a partir da interconexão pelo universo on-line são consideradas ilimitadas. Deste modo, Souza e Maria Gomes defendem que o uso da Web como suporte tecnológico, assim como a constituição de comunidades de trabalho/aprendizagem em rede é importante principalmente por potencializar o acesso ao conhecimento.
No artigo ‘Comunidades Virtuais de Aprendizagem’, os professores Carlos Henrique Medeiros de Souza (UFRJ) e Maria Lúcia Moreira Gomes (CEFET) defendem que as tecnologias de informação e da comunicação, especialmente o ciberespaço, adquirem importância fundamental sob o ponto de vista das demandas para uma educação na atualidade. Tanto as novas tecnologias como os conceitos surgidos a partir delas, inserem-se cada vez mais nos ambientes acadêmicos e políticos, principalmente quando a pauta em discussão é a necessidade da renovação dos processos educacionais.
Nesse contexto, os pesquisadores apontam para uma urgente adaptação dos dispositivos e do aparato do aprendizado aberto e à distância e a criação de um novo estilo de pedagogia, capaz de incorporar as novas tecnologias e favorecer os aprendizados individualizado e coletivo. Assim, o uso de novas tecnológicas de informação e comunicação (NTIC) reivindica a construção de um modelo pedagógico que dê suporte à implantação de projetos possíveis justamente a partir dessas novidades.
Além de ampliar as possibilidades do ensino à distância, para os autores, o emprego das NTIC, em um futuro não muito distante, fará com que sua utilização supere a presença física em sala de aula. Isso porque as possibilidades de utilização das novas tecnologias da comunicação em projetos educacionais à distância a partir da interconexão pelo universo on-line são consideradas ilimitadas. Deste modo, Souza e Maria Gomes defendem que o uso da Web como suporte tecnológico, assim como a constituição de comunidades de trabalho/aprendizagem em rede é importante principalmente por potencializar o acesso ao conhecimento.
Se essa adoção implica mudança significativa no método educacional, por conseqüência, redimensiona o papel do professor. Portanto, frente ao uso das novas tecnologias, a função do docente avança não no sentido de seu descarte, mas da transcendência de mero transmissor de conteúdos para sua transformação em facilitador e estimulador do processo de aprendizagem. Por conseguinte, na opinião dos autores, a incorporação de novas tecnologias a projetos educacionais à distância suportam duas possibilidades de leitura: a potencialização do acesso à informação e ampliação das possibilidades de interação, colaboração e autonomia do aprendiz.
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*Guilherme Ost Mergen é aluno formando do curso de Jornalismo da UPF e atualmente cursa a disciplina de Comunicação e Educação, ministrada pela Prof. Bibiana Friderichs.